Atualmente, é meio difícil as pessoas se cumprimentarem ao passarem pelas ruas. Normalmente elas estão com pressa, caminham com a cabeça abaixada e não enxergam quem está na sua frente ou ao seu lado.
“Estranho” é quando você está caminhando na rua e vem vindo alguém todo feliz se aproximando na sua direção. Você repara, mas nem liga muito, e, depois se dá conta que a alegria toda era por sua causa. ^^
A pessoa chega perto, te cumprimenta perguntando como vai a vida e tal e você lá, sem saber quem é, de onde e como ela te conhece. Ás vezes pode ser um amigo de seus pais que você não tinha nem noção que existia alguém que cuidou de ti na creche ou era babá e lembrou do seu rosto. Essas são aquelas pessoas que costumam dizer: “Tu é a cara do teu pai!”, “Como tu cresceste!”, “Como vai a tua mãe”? ^^
Tem gente que pode ter se confundido...
Essas situações nem chegam a ser “estranhas”, mas sim, constrangedoras, pois você se sente perdido. Como perguntar o nome dela, sabendo que ela sabe o seu, sabe da sua vida?
É uma tremenda saia justa, que eu não tenho coragem de cometer. Mas tem vezes que a pessoa se toca que você não faz nem idéia de quem ela seja e daí já se identifica.
Mas se isso não acontece...
Legal é você chegar em casa, contar para os seus pais o que aconteceu, ficar um tempão descrevendo a pessoa achando que eles vão saber quem é, e a primeira coisa que eles te perguntam é:
“Mas filha (o), porque tu não pediste o nome dela (e)?”
^^
