“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”
(Jeremias 17:9)
Quando amamos uma pessoa, desejamos tê-la conosco, sonhamos com ela em diversos momentos da nossa vida, enfim, ela começa a fazer parte do nosso ser, parte dos nossos dias. Sintomas do amor nos envolvem e uma certa insegurança começa a surgir...
“será que ela (e) também gosta de mim?”
E a gente não descansa até tentar conseguir a resposta para essa e outras tantas perguntas. Queremos ver sinais, e parece que eles nunca acontecem.
Uma coisa que eu aprendi, é que o amor é uma decisão. Você escolhe pelo amor, você decide amar. Só que nos esquecemos de lembrar sempre que “O amor é paciente, é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho, não faz nada de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor;”
(1 Coríntios 13:4-5)
E muitas vezes no nosso coração decidimos por uma pessoa, a queremos, como se não existisse outra na face da Terra e acabamos nos tornando uma pedra de tropeço, forçando ela a retribuir algo que não sente. Pode até sentir, mas não da mesma forma. Isso é complicado, dói, mas temos que suportar, tudo vai passar. “tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:7)
Não fique com ninguém por “pena” ou medo de ficar sozinho. Com sentimentos não se pode brincar. O amor forçado gera ciúmes, ciúme de tudo, por tudo. Isso só vai te prejudicar e aquele sentimento tão bonito, acaba se perdendo e, virando uma obsessão, “ela é MINHA, ele é MEU, MEU e DEMAIS NINGUÉM.”
Não alimente sentimentos de ódio ou rancor. Deixe-a seguir seu caminho, não a impeça de ser feliz mesmo que não seja ao seu lado. Quando amamos alguém de verdade, desejamos o bem dessa pessoa. Assim é o amor divino.
Descanse o teu coração.
Deus sabe o que é melhor pra ti.
Amém?!
