“Em meu leito, pela noite, procurei
o amado da minha alma.
Procurei e não encontrei!
Vou levantar-me, vou rondar pela cidade, pelas ruas, pelas praças,
Procurando o amado da minha alma...
Procurei e não encontrei...”
(Cântico 3:1-3)
O que constroi um relacionamento é
a intimidade.
Quanto maior a intimidade, mais
forte ele se torna.
É esta intimidade diária que
devemos ter com o Pai, para que venhamos a encontrá-lo em todo o tempo, em
todos os momentos.
Deus nunca nos abandona, porém, a
medida que passamos a buscar somente as nossas próprias prioridades,
tornamo-nos indiferentes a Sua presença.
“Eu busco o tempo para tantas coisas, são tantos planos para pouco tempo.
Em meio a tudo que exige tempo, eu já não tenho tempo pra falar com Deus.”
(Senhor do tempo- Paulo César Baruk)
O secreto com o Pai deve ser a nossa maior prioridade.
“A ardente expectativa da criação
aguarda ansiosa a manifestação dos filhos de Deus.”
(Romanos 8:19)
O mundo espera o nosso manifestar.
Mas se não estivermos com Cristo,
como o mundo irá nos conhecer?
Como podemos ser um reflexo,
representando a nossa própria face?
Quando nos deparamos com as circunstâncias
ao nosso redor, acabamos se perguntando:
“Meu Deus, o que está acontecendo?”
Porém, a pergunta certa é:
“O que eu estou fazendo?”
Em meio a tanta desgraça, tanta
injustiça, tanta ingratidão, será que verdadeiramente eu estou expressando o
amor que vive dentro do meu coração?
O que eu estou fazendo?
O que eu estou fazendo enquanto as
vidas estão perecendo?
“Não há nada mais forte que a
compaixão. Nem a sua própria dor pesa tão fortemente quanto a dor que se sente
por alguém, pela dor de alguém amplificada pela imaginação e prolongada por
centenas de ecos.”
(Milan Kundera)
Compaixão...
Que ela se faça
morada presente dia após dia em nosso meio,
em nosso coração.
Amém!
Aleluia!
