Refrigério
dos meus dias, em meio à aflição.
Luz no
fim do túnel, ante a escuridão.
Existe um tempo em que vemos uma grande
tempestade se formar.
Olhamos na janela, saímos e nos deparamos
com espessas nuvens negras, raios, relâmpagos, trovões...
Tudo isso nos apavora. Fechamos as portas, janelas, cortinas, enfim, deixamos as velas e luminárias a postos.
Está feita a proteção. Agora é só escutar
quietinho o barulho da chuva, até que ela passe...
Mas, como seria se caminhássemos em meio à
tempestade?
“Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te
espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.”
(Josué 1:9)
Cristo nos ensina a caminhar, a romper
barreiras, a derrubar muralhas. O estrondo de um raio, o clarão de um relâmpago
não são eternos. O sol volta a brilhar e nós temos que ansiar pela sua vinda.
Há tempo de mares revoltos, mas há também tempo de
calmaria.
Assim, como esperamos pela luz do sol em
dias nublados, temos que esperar e buscar mais do Senhor em todos os momentos, sejam eles difíceis ou não.
Ele é o nosso refrigério, o descanso em
meio à adversidade, socorro presente em meio à dor.
Ele é o ouvido sincero, o abraço acolhedor.
“Tu me farás ver os caminhos da vida;
na tua presença há plenitude de alegria,
na tua destra, delícias perpetuamente.”
(Salmos 16:11)
Aleluia!
